ECOLOGIA DA PAISAGEM PARA AVALIAÇÃO DA IDONEIDADE ...

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46 d’água superficiais. Outros usos que facilitam a ocorrência de processos erosivos são atividades de pastoreio (23%) e de cultivo (30%). Mesmo registrando um alto índice de cobertura vegetativa natural, ela está presente de forma agregada, onde a sua ação de filtro é mais limitada. Tabela 10. Distribuição dos usos atuais da terra na classe de capacidade VIe. As terras da classe VIs (Tabela 11) ocupam a maior parte do território agudense (63457ha) e são caracterizadas por uma fertilidade baixa, que justifica a alta porcentagem utilizada no reflorestamento (20%) e no pasto (29%). Tabela 11. Distribuição dos usos atuais da terra na classe de capacidade VIs. As terras da classe VIs,e (Tabela 12) apresentam uma elevada limitação relativa à baixa fertilidade e à presença de processos erosivos severos. As práticas mais adequadas e já fortemente implementadas nesta área são: reflorestamento (27,95%), pasto (9,47%) e cobertura vegetal (27,64%). Nesta área está registrado o segundo maior índice de solo exposto e um alto índice de ocupação por culturas.

47 Tabela 12. Distribuição dos usos atuais da terra na classe de capacidade VIs,e. As terras da classe VIIe (Tabela 13) prevalecem na Serra dos Agudos, onde o Argissolo é a mancha predominante e é sujeita a uma topografia muito acidentada, escassa permeabilidade e risco elevado de deflúvios muito rápidos. São as terras onde se encontram as maiores limitações, sendo o reflorestamento e a cobertura vegetal natural (em bosque ou mata), as ocupações mais adequadas. As áreas de cultivo (29%) e de pastagem (33%), próximas aos cursos d’água, representam os focos onde precisam ser concentrados os esforços de preservação. As manchas de solo exposto também são áreas onde é necessário intervir adequadamente, sobretudo nos declives mais acentuados, onde uma cobertura vegetal poderia constituir um valioso elemento de preservação. A área urbana marginal, que ocupa quase 5% desta classe, constitui uma variação de superfície abrupta, fragilizando fortemente estas terras, onde se encontram áreas de reservas naturais e corredores biológicos de importante valor ambiental em escala regional. Justamente nesta área de contato é preciso concentrar um maior cuidado para uma convivência menos conflitante entre cidade e meio físico. Tabela 13. Distribuição dos usos atuais da terra na classe de capacidade VIIe.

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d’água superficiais. Outros usos que facilitam a ocorrência de processos erosivos são<br />

atividades de pastoreio (23%) e de cultivo (30%). Mesmo registrando um alto índice de<br />

cobertura vegetativa natural, ela está presente de forma agregada, onde a sua ação de filtro é<br />

mais limitada.<br />

Tabela 10. Distribuição dos usos atuais da terra na classe de capacidade VIe.<br />

As terras da classe VIs (Tabela 11) ocupam a maior parte do território agudense<br />

(63457ha) e são caracterizadas por uma fertilidade baixa, que justifica a alta porcentagem<br />

utilizada no reflorestamento (20%) e no pasto (29%).<br />

Tabela 11. Distribuição dos usos atuais da terra na classe de capacidade VIs.<br />

As terras da classe VIs,e (Tabela 12) apresentam uma elevada limitação relativa à baixa<br />

fertilidade e à presença de processos erosivos severos. As práticas mais adequadas e já<br />

fortemente implementadas nesta área são: reflorestamento (27,95%), pasto (9,47%) e<br />

cobertura vegetal (27,64%). Nesta área está registrado o segundo maior índice de solo exposto<br />

e um alto índice de ocupação por culturas.

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