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Robert L. Brandt e Zenas J - Assembléia de Deus em Paudalho

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Paulo na Oração - 2- Parte<br />

Ganhar a Cristo é um pré-requisito absoluto para o conhecermos.<br />

A segunda petição <strong>de</strong>ssa gran<strong>de</strong> oração <strong>de</strong>pen<strong>de</strong> estritamente<br />

da primeira. “Para conhecê-lo” (Fp 3-10) t<strong>em</strong>os <strong>de</strong> fazer dEle o<br />

Senhor <strong>de</strong> nossas vidas. O “conhecer” sobre o qual Paulo falava e na<br />

direção do que se esforçava por alcançar, vai muito além da usual<br />

compreensão mental que t<strong>em</strong>os. É mais do que recontar os mais<br />

elevados atos <strong>de</strong> Cristo e seus mais nobres feitos, mais do que a<br />

familiarida<strong>de</strong> com os fatos <strong>de</strong> sua vida, mais do que a convicção<br />

intelectual <strong>de</strong> sua realida<strong>de</strong>, mais do que o conhecimento mediante<br />

o ouvir e o ler. É a i<strong>de</strong>ntificação com o próprio po<strong>de</strong>r que ressuscitou<br />

Jesus <strong>de</strong>ntre os mortos. É a i<strong>de</strong>ntificação com os próprios<br />

sofrimentos e aflições por que passou. É a i<strong>de</strong>ntificação com Jesus<br />

ao ponto <strong>de</strong> nos unirmos com Ele na sua morte.<br />

À primeira vista, parece haver uma estranha or<strong>de</strong>m <strong>de</strong> apresentação<br />

no manifesto <strong>de</strong>sejo <strong>de</strong> Paulo <strong>em</strong> conhecer a Cristo: “Para<br />

conhecê-lo, e à virtu<strong>de</strong> da sua ressurreição, e à comunicação <strong>de</strong><br />

suas aflições... para ver se <strong>de</strong> alguma maneira posso chegar à<br />

ressurreição dos mortos”. Não obstante, há uma lógica nessa sequência.<br />

Esse é o caminho pelo qual Cristo palmilhou. Po<strong>de</strong>mos<br />

discernir suas pisadas <strong>em</strong> cada estágio e, tendo feito a viag<strong>em</strong> com<br />

o apóstolo Paulo, encontramo-nos <strong>de</strong> pé juntamente com o apaixonado<br />

apóstolo a cont<strong>em</strong>plar aquEle cuja face estava voltada para o<br />

Getsêmani, para uma sala <strong>de</strong> julgamento, para um pelourinho, para<br />

um ma<strong>de</strong>iro maldito, para um túmulo num jardim e, finalmente,<br />

para a manhã da páscoa! Por conseguinte, clamamos juntamente<br />

com Paulo: “Quero conhecer a Cristo”. A ressurreição foi o clímax<br />

do ministério <strong>de</strong> Jesus. Mas antes <strong>de</strong> Ele ressuscitar, Ele morreu. E<br />

antes <strong>de</strong> morrer, Ele sofreu. E antes <strong>de</strong> sofrer, Ele havia vivido e<br />

ministrado pelo po<strong>de</strong>r da ressurreição. Não foi Ele qu<strong>em</strong> disse: “Por<br />

isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.<br />

Ninguém ma tira <strong>de</strong> mim, mas eu <strong>de</strong> mim mesmo a dou; tenho<br />

po<strong>de</strong>r para a dar, e po<strong>de</strong>r para tornar a tomá-la. Este mandamento<br />

recebi <strong>de</strong> meu Pai”? (Jo 10.17,18)<br />

“Quero conhecer a Cristo” era, realmente, a essência <strong>de</strong> todas as<br />

orações <strong>de</strong> Paulo. Todas as suas outras petições eram apenas facetas<br />

<strong>de</strong>ssa grandiosa oração. A ignorância é o oposto direto do conhecimento.<br />

É a nossa ignorância que nos aliena da vida <strong>de</strong> <strong>Deus</strong>. A<br />

pessoa que não conhece a Cristo é a maior per<strong>de</strong>dora. Paulo<br />

<strong>de</strong>screve tais pessoas como “entenebrecidos no entendimento, separados<br />

da vida <strong>de</strong> <strong>Deus</strong> pela ignorância que há neles, pela dureza<br />

do seu coração” (Ef 4.18). Paulo não queria tomar parte nessa<br />

ignorância espiritual, mas queria conhecer a Cristo. Compreendia<br />

que conhecer a Cristo é participar da própria vida <strong>de</strong> <strong>Deus</strong> e que<br />

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